Blog PELEJAS
em 02/11/2013

O Estádio do Pacaembu nos remete às lembranças de quando São Paulo era a terra da garoa, de quando era uma cidade romântica, em que não havia tanta correria, estresse, trânsito, poluição.

O Pacaembu é um estádio único. Assistir a uma partida de futebol no Pacaembu é como assistir a um balé no Teatro Bolshoi, uma luta no Coliseu, uma exposição no Louvre, uma missa na Basílica de São Pedro.

O Pacaembu é história viva, é tradição, é paixão, é emoção. Esse é um ideal que todos os torcedores paulistanos compartilham. Na verdade, o Pacaembu não é um gigante sem dono. Ele é um gigante de que todos nós somos donos.

O Museu do Futebol não poderia ser construído em nenhum outro lugar senão no Pacaembu, pois o próprio estádio é um museu, que conta boa parte da história do futebol brasileiro. Estádio com alma própria, que viu o rei do futebol marcar 115 gols em 119 jogos.

O Pacaembu é a casa de todos os paulistanos que gostam de futebol. Ele é um símbolo arquitetônico da cidade de São Paulo. Nenhuma das novas "arenas" erguidas no Brasil se compara à beleza desse estádio. A mística do Pacaembu é uma coisa que só ele tem e que jamais "arena" alguma terá.

O Pacaembu vive no coração e na mente de cada torcedor e cidadão paulistano. Ele é eterno, intocável, imaculável.

por: Eduardo Vasco

em 26/08/2013

O primeiro jogo da história do Palestra Itália contra o Savóia de Votorantim, vitória dos estreantes por 2 x 0. O fato que cria discussões até hoje é a cor do uniforme desse jogo, pois muito dizem que o Palestra jogou de azul, porém segundo o site oficial do Palmeiras já utilizava a cor verde, branco e vermelho (cores da bandeira da Itália). Esse jogo aconteceu em 1915.

Um ano depois do primeiro jogo o Palestra Itália estreia no campeonato paulista, para isso adotou um novo uniforme ainda verde, porém os detalhes vermelhos foram tirados e a camisa ganhou golas brancas e uma faixa branca no centro da camisa. O escudo que era somente as letras “P” e “I”, utilizado no ano anterior, deu lugar a cruz de Savóia (símbolo da família real italiana).

Em 1917 ouve nova mudança no escudo, a cruz de Savóia deu lugar às letras “P” e “I” que voltaram modificadas. Elas eram bordadas em verde, dentro de um triângulo da mesma cor.

Somente em 1918 a camisa do Palmeiras passou a ser toda verde com o escudo bordado em branco e o triângulo virou um circulo, as golas e punhos também eram brancos. E ficou dessa forma até 1942, quando o Brasil entrou na segunda guerra, e o clube teve que mudar de nome, foi batizado como Palmeiras. As cores ainda ficaram a mesma e o escudo era apenas “P”.

 

O escudo se transformou no que conhecemos em 1959. Desde então o clube não fez grandes alterações, apenas algumas homenagens a títulos antigos, e em 1993 o clube estreitou um uniforme em verde claro, com listra brancas verticais finas.

por: http://www.futfanatics.com.br/

em 03/04/2012

Em 3 de abril de 1942 nascia Ademir da Guia, maior craque da história do Palmeiras, e um dos melhores do Brasil em todos os tempos.

Como homenagem aos 70 anos do Divino, reproduzimos um texto do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto.

ADEMIR DA GUIA POR JOÃO CABRAL DE MELO NETO


Ademir impõe com seu jogo
o ritmo do chumbo (e o peso),
da lesma, da câmara lenta,
do homem dentro do pesadelo.

Ritmo líquido se infiltrando
no adversário, grosso, de dentro,
impondo-lhe o que ele deseja,
mandando nele, apodrecendo-o

Ritmo morno, de andar na areia,
de água doente de alagados,
entorpecendo e então atando
o mais irrequieto adversário.

por: Equipe Pelejas.com

em 24/03/2012

Chico Anysio, grande admirador do futebol, torcedor do Vasco e do Palmeiras, jamais morrerá. Seus mais de 200 personagens não deixarão que isso aconteça, pois ficarão para sempre na memória do nosso povo.

por: Equipe Pelejas.com

em 21/01/2012

Inicio de ano é sempre igual, pulamos sete ondas, prometemos coisas que dificilmente vamos cumprir, e desejamos sempre o melhor para familiares e amigos, e isso inclui nosso time de futebol. Torcemos para nosso escrete melhorar o plantel, como gostam de dizer os “especialistas”, ficamos de olhos bem abertos no mercado de contratações a fim de acompanhar tudo. Quem sabe receber a informação de que nossa agremiação fechou com aquele craque, para, junto das peças que já estão no clube, formar aquele time imbatível.


E para começar bem o ano novo, nada melhor do que descrever um craque que era o melhor até no nome. George Best era irlandês de nascimento, mas fez história, onde possui até estátua ao lado dos não menos lendários Denis Law e Bobby Charlton, no inglês Manchester United. Atuou por 11 longos anos nos Red Devils, com 361 jogos e 138 gols com a camisa 8 vermelha, alguns deles inesquecíveis, como o terceiro tento contra o Benfica de Eusébio em Wembley na decisão da Copa dos Campeões, gol este que aconteceu após Best driblar toda a defesa portuguesa.


Assim como seu talento, seu gosto pela noite era gigantesco, o que em diversas ocasiões, atrapalhou e ofuscou alguns períodos da sua carreira. Chamado de o “Quinto Beatle”, Best passou a ser figurinha carimbada em festas e bares, sempre acompanhado de lindas mulheres, histéricas pelo jovem craque de cabelos esvoaçantes e rosto de galã. Sua vida boemia não tardou a lhe trazer problemas, sendo o alcoolismo o principal deles.


Passou a conviver com o problema da bebida, e pouco a pouco seu talento foi relegado a segundo plano. Saiu do Manchester United após a pífia campanha que levou o time à segunda divisão, perambulando por diversas equipes pequenas, sem, no entanto, ser sombra daquele jogador inigualável que destruía as defesas adversárias. Ficou preso por oito semanas, após dirigir embriagado e bater em um policial. Encerrou a carreira aos 38 anos, mas não os problemas com o álcool.


Diversas frases que o eternizaram, mostram o porque de ter sido sempre considerado um jogador polêmico. Algumas delas, tais como: “Em 1969, eu abandonei as mulheres e o álcool. Foram os 20 piores minutos da minha vida”, e “Gastei muito dinheiro com bebidas, mulheres e carros. O resto eu desperdicei” são citadas até hoje quando se fala de Best. Morreu em 2005 aos 59 anos, mas será sempre reverenciado pelo futebol mágico que mostrava, principalmente com a camisa do Manchester United!!!

Parte do museu do Manchester é dedicado a George Best

por: Fred Paredes

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