Blog PELEJAS
em 11/09/2013

A camisa do Corinthians não surgiu alvinegra como muitos pensam. O primeiro uniforme do time foi bege, que era uma homenagem ao clube no qual foi copiado o nome, Corinthian da Inglaterra, time que fez uma excursão ao Brasil em 1909 e jogou contra a Ponte Preta. Hoje o time brasileiro se tornou maior que o homenageado inglês, pois o clube deixou de ser profissional após cair para a quinta divisão do campeonato da Inglaterra.

A cor bege não durou muito tempo, pois o Corinthians era um clube de operários e os uniformes eram costurados a partir de sacos de farinha reaproveitados. Percebeu-se que após as primeiras lavagens ele perdia a cor, então os organizadores resolveram assumir o branco. Isso aconteceu ainda em 1910, ano de fundação do clube.

Somente em 1954 o time criou o segundo uniforme preto com listras brancas,  e desde então não mudou muito essas características.

O Corinthians utilizou uniformes especiais em alguns jogos.

Em 1949 usou uma camisa grená em homenagem à delegação do Torino da Itália, que morreu em um acidente de avião.

Em 1969 a equipe teve que atuar com um uniforme improvisado listrado em amarelo e preto. Esse fato aconteceu em Lima no Peru, em um jogo amistoso contra o Universitário. O time da casa possuía também uniforme branco e não tinha condições de modificar seu vestuário.

Antes disso em 1965 num amistoso contra o Arsenal da Inglaterra, o clube representou o Brasil em um amistoso contra a Inglaterra, por isso utilizou a cor azul.

Hoje essas cores são homenageadas nos terceiros uniformes da equipe. Por exemplo, em 2012 o clube utilizou a cor grená para relembrar a história de 1949, e em 2013, quando utilizou a cor azul, para lembrar o dia que representou a Seleção Brasileira. Também já utilizou o roxo e o branco com listras douradas para o aniversário de 100 anos.


por: http://www.futfanatics.com.br/

em 03/09/2013

Apesar de o mundo todo estar acostumado a ver o Brasil jogando de amarelo ou azul, a seleção começou sua história utilizando branco, no primeiro jogo de um time organizado como seleção que foi disputado em 1914 contra a equipe inglesa Exerter City.

Na primeira competição oficial, o Campeonato Sul-Americano de 1916, na Argentina, o Brasil entrou em campo com um uniforme verde e amarelo em listras verticais, esse uniforme só foi usado mais uma vez na disputa da Taça Roberto Cherry em 1919.

Na segunda edição do Campeonato Sul-Americano em 1917 – primeira competição que a seleção era controlada pela extinta CBD (Confederação Brasileira de Desportos) – o Brasil voltou a usar branco e nos jogos contra Chile e Uruguai o Brasil jogou de vermelho, pois perdeu o sorteio e teria que usar outro uniforme, já que essas equipes já utilizavam uniformes brancos.

Entre os anos de 1917 e 1918 havia dois selecionados representando o Brasil, um controlado pela CBD e outro que era organizado por alguns donos de clubes, por isso nesses anos houve dois tipos de uniforme diferentes. Em uma excursão pela Argentina e Uruguai entre os anos 1917 e 1918, o selecionado brasileiro utilizou um uniforme branco com uma listra verde e amarela no peito (como as faixas do uniforme do São Paulo FC).

Com o time unificado a seleção não mudou a cor do uniforme até a copa de 1938. Em um jogo contra a Polônia o Brasil utilizou pela primeira vez a cor azul, inclusive esse uniforme era todo azul, camisa e calção (as meias só ficaram obrigatórias após a Copa de 1950).

Na Copa do Mundo no Brasil em 1950, a seleção utilizou o branco pela última vez, após a derrota para os uruguaios no Maracanã, a seleção por superstição aposentou o branco.

A cor adotada em seguida foi o azul, que durou até a copa de 1954, ou seja, ele foi utilizado em amistosos e no Campeonato Sul-Americano de 1953. Para a copa na Suíça a CBD fez um concurso para que a população escolhesse a cor da próximo uniforme brasileiro. O vencedor foi o gaúcho Aldyr Garcia que sugeriu o uniforme que ficou conhecido como canarinho, camisa amarela com o calção azul e meias brancas.

A amarelinha foi utilizada até a final da copa de 1958, jogo contra os donos da casa Suécia, que também utiliza a cor amarela, foi realizado um sorteio onde os suecos ganharam, portanto o Brasil teria que utilizar o segundo uniforme, o levado para aquela copa foi o branco, porém a memória do Maracanazzo ainda vivia na cabeça dos jogadores, então foi comprado um conjunto de camisas azuis e bordado os números e escudos à véspera do jogo. Pode ou não ser questão de sorte, mas o primeiro título aconteceu de azul (a mudança da cor veio com uma sugestão do Zagallo que na época ainda era jogador).

O Brasil jogou outros jogos de azul, porém não mudou mais a cor do uniforme, o número um é amarelo e o dois ficou com azul, e calções azuis e brancos. Atualmente todas as partes de uniformes precisam ser diferentes, por isso vemos a seleção jogar com o calção branco quando utiliza camiseta amarelo.

A partir desse momento a camisa da seleção não mudou mais, e foi cinco vezes campeão do mundo, e Zagallo esteve presente em todas as conquistas, seja como jogador, como técnico ou como membro da delegação. Já superamos a cor branca, agora todos nós esperamos que a seleção supere a aposentadoria do Velho Lobo.

Nós encontramos muitos modelos de camisas do Brasil e de muitas seleções do mundo na loja Futfanatics. Fizemos uma boa pesquisa de mercado e o atendimento é ótimo e eles vendem somente produtos originais. Recomendamos a visita.

por: http://www.futfanatics.com.br/

em 20/09/2012

Todos nós, amantes do futebol, sabemos que qualquer encontro entre Brasileiros e Argentinos é sempre cercado de muita catimba, provocação e rivalidade, não apenas no futebol, mas também no basquete, gamão, ping-pong, dominó, arremesso de codorna ou qualquer outra coisa que o valha. Um exemplo típico dessa guerra de nervos que tornou-se Brasil e Argentina é o Superclássico das Américas, torneio jogado apenas pelas duas seleções mais fortes da América do Sul, e que voltou a ser disputado após alguns anos encostado.

Conhecido pelos mais velhos como Copa Roca – possuía esse nome por conta do seu criador, o então presidente argentino Julio Argentino Roca, com o objetivo de fortalecer a cordialidade esportiva entre as duas nações - o torneio aconteceu pela primeira vez em 1914 com vitória canarinho por 1 x 0 em Buenos Aires, gol de Rubens Salles, e garantiu a primeira taça da história para a seleção brasileira.

Como não havia uma periodicidade definida para as partidas da Copa Roca, os encontros não foram muitos, mas no somatório de todos eles o Brasil leva ligeira vantagem. São 23 jogos com 11 vitórias brasileiras, nove vitórias argentinas e apenas três empates. Além da taça de 1914, o Brasil ainda levou em 1922, 1945, 1957, 1960, 1963 e 1976. Já os hermanos ganharam em 1923,1939 e 1940. Aliás, 1939 foi o ano em que aconteceram mais partidas entre as seleções, em um total de quatro encontros. No ano de 1971 as duas seleções dividiram o título.  

Em 1976, último ano de disputa ainda com nome de Copa Roca, as partidas também valeram para a Copa Atlântico e contaram ainda com a presença de Uruguai e Paraguai, sendo que o Brasil venceu ambas. A partir daí, o torneio ficou parado e voltou a ser disputado somente em 2011, já com o nome de Superclássico das Américas e com novas regras, entre elas, a não convocação de jogadores que atuam na Europa por conta das partidas não estarem inseridas na chamada data Fifa, quando as seleções realizam amistosos ou jogam pelas eliminatórias da Copa do Mundo. Além disso, os jogos agora são disputados em formato de ida e volta, sendo uma na Argentina e outra no Brasil.

Um fato curioso envolvendo a Copa Roca foi a estreia de Pelé com a camisa da seleção brasileira em 1957. Então com apenas 16 anos, ele estava na reserva – sim, até ele já ficou no banco!!!! – no jogo do Maracanã em que o Brasil foi derrotado por 2 x 1. Mesmo assim, fez o único gol brasileiro naquela ocasião. Dias depois, agora no Paulo Machado de Carvalho, conhecido carinhosamente por Pacaembu, o menino fez o gol de abertura da vitória canarinho por 2 x 0, conseguindo assim, carregar sua primeira taça pela seleção.

Não apenas Pelé, mas grandes craques já jogaram o torneio por suas seleções. Friedenreich, Zizinho, Leônidas da Silva, Heleno de Freitas, Luisinho, Gerson, Rivelino, Tostão, Amarildo, Julinho, Almir Pernambuquinho e tantos outros pelo Brasil. Pela Argentina desfilaram craques do quilate de Labruna, Carrizo, Nestor Rossi, Fischer, jogador que atuou pelo Botafogo – RJ, Andrada, aquele do gol mil de Pelé, Menotti, que depois seria o técnico campeão mundial pela Argentina em 1978, Carlos Bianchi, também técnico supercampeão, Heredia, Pastoriza, Mario Kempes entre tantos. Ausência mais sentida pelos argentinos é Diego Maradona, que estreou pela seleção apenas em 1979, época esta em que o torneio estava parado. 

 

 


por: Fred Paredes (Equipe Pelejas.com)

em 11/09/2012

Assim como aconteceu em quase todas as rodadas até aqui disputadas, alguém saiu reclamando do apito na 21ª rodada do Brasileirão 12. Está certo que isso já virou rotina na vida de quem acompanha ou mesmo de profissionais da bola, que enxergam no homem de preto uma alternativa para desviarem o foco de uma partida horrível, uma escalação mal feita e até mesmo de um planejamento pouco pensado para a temporada.

Diversas são as situações em que o telespectador liga a televisão para acompanhar o noticiário esportivo, e os comentaristas estão focados em falar do juiz. Ouvi numa determinada rádio dia desses, após mais uma enxurrada de reclamações, que poderia haver uma mesa redonda de árbitros após as partidas, para tentar afastar o ranço que se há em relação à juizada. Na minha modesta opinião, pode ser uma alternativa. Mas, porque será que acontece isso? Vamos aos fatos!!!!

Jogo mais esperado da última rodada, Corinthians e Atlético – MG fizeram uma partida amarrada, truncada, muito falada e com muita reclamação. Como diriam alguns especialistas, foi uma partida muito interrompida pelo apito de Péricles Bassols que expulsou os corinthianos Emerson Sheik e Tite, e o atleticano Junior Cesar, segundo o próprio por “reclamações exageradas”. Além disso, anulou um gol do time mineiro que causou revolta no técnico Cuca, pois segundo a sua indicação havia acontecido um impedimento no lance, e depois disse aos jornalistas que tinha ocorrido uma falta na disputa de bola pelo alto. Juizão atrapalhado, hein?

Desta vez o “beneficiado” foi o time paulista, mas casos iguais já aconteceram com as duas equipes. Em jogo disputado na Vila Belmiro, o Santos bateu o Timão por 3 x 2 com o segundo gol santista em total impedimento. E pior, três vezes no mesmo lance!!!! Já o Galo foi a bola da vez em partida disputada no Engenhão contra o Fluminense, quando o centroavante Fred fez gol legítimo e o juizão apitou irregularidade no lance. Lamentável!!!! Isso sem falar das partidas dos times tidos como pequenos, pois aí já é sacanagem. Acho que quando o juiz erra não há problema, mas sim quando o juiz é safado, quer aparecer mais que os outros, bandeira querendo dar cartão, e por aí caminha mediocridade...

Nos demais jogos, vacilos como o do São Paulo, que foi batido pelo Bahia por 1 x 0, gol do destaque baiano Gabriel e do Fluminense, que após estar vencendo o lanterna Figueirense por 2 x 0, deixou o time catarinense chegar ao empate, inclusive com um lindo gol de falta do zagueiro João Paulo. Aliás, como já havia antecipado o PELEJAS, os times da zona de rebaixamento, exceção feita a Palmeiras e Atlético - GO, parecem começar a reagir. Além dessa partida, o Figueira já havia dado muito trabalho ao Náutico nos Aflitos apesar da derrota por 3 x 2. O Atlético – GO perdeu suas duas últimas partidas contra Ponte Preta e Cruzeiro, e não vê perspectivas para escapar da zona da degola.

O Palmeiras ganhou apenas um ponto nos jogos contra a Portuguesa e Grêmio, e baixou o preço dos ingressos para a próxima partida contra o Sport no Pacaembu esperando o apoio do seu torcedor. Já o adversário ganhou do poderoso Santos e empatou com o Flamengo no Rio de Janeiro, e vai com tudo pra cima do Verdão atrás de outro bom resultado. O Bahia, outro que gosta de rondar a zona crítica do campeonato, bateu São Paulo e Santos e conquistou seis pontos importantes para prosseguir na série A.

Por fim o Coritiba, que parece que sentiu o golpe após as duas derrotas na Copa do Brasil e ainda tropeça muito no Brasileirão. Ganhou do Internacional – RS em casa pelo placar mínimo e perdeu do Botafogo por 2 x 0 no Engenhão em um jogo de dar sono!!!! Contratou o experiente David, que resolveu pular fora da bagunça chamada Flamengo, e sonha com dias melhores.

 

por: Fred Paredes (Equipe Pelejas.com)

em 26/09/2011

Seja você o grande vencedor da PELEJATECA, a loteca do Pelejas. Até agora ninguém conseguiu faturar o nosso prêmio. Participe gratuitamente. Já estamos na oitava rodada do 2o. turno. Dê os seus palpites para os quatro jogos selecionados, todos pertencentes à vigésima-sétima rodada do Campeonato Brasileiro Série A - 2011. O vencedor receberá inteiramente grátis, no seu endereço, o livro “Pelé, a Autobiografia”, escrito pelo próprio rei do futebol.

Leia a sinopse do livro nos posts iniciais sobre a PELEJATECA (1a. e 2a. rodadas).

Jogos selecionados da 27a. rodada:

Como dar o seu palpite:

- escolha três jogos dos quatro que foram selecionados e diga, para cada um deles, quem será o vencedor, ou empate se for o caso;
- diga qual será o placar (resultado) do jogo que restou;
- coloque o seu palpite aqui no blog, em comentários deste post;
- caso possua, não se esqueça de fornecer o seu Twitter;
- prazo máximo para deixar o seu palpite: 18h (horário de Brasília) do dia 01 de outubro de 2011.

Sobre o vencedor:

- o vencedor será aquele que acertar os ganhadores (ou empates) dos trés jogos escolhidos e também acertar o resultado exato (placar) do jogo que restou;
- regra de desempate: em caso de mais de um vencedor, será considerado vencedor aquele que postou o comentário primeiro, levando-se em consideração a data e o horário do comentário;
- não havendo nenhum vencedor, o prêmio ficará para a próxima PELEJATECA.

Participe e boa sorte!

por: Equipe PELEJAS

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