Blog PELEJAS
em 09/02/2011

Campeonato brasileiro

A maior goleada da história dos Campeonatos Brasileiros aconteceu em 9 de fevereiro de 1983.

Naquela ocasião o Corinthians goleou o Tiradentes do Piauí por 10 a 1 na peleja disputada no Canindé, em jogo válido pela sexta rodada da primeira fase do grupo D.

Corinthians e Tiradentes já tinham se enfrentado naquela edição do campeonato no jogo que acabou com a vitória da equipe piauiense por 2 a 1 em Teresina. A campanha do Corinthians era de 3 vitórias em 4 partidas, e 1 derrota para o Tiradentes.

O Tiradentes vinha de 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota, por 4 a 0 para o CSA. Ao final daquela fase o Corinthians acabou em primeiro lugar em seu grupo com 12 pontos em 8 jogos. Foram 6 vitórias e 2 derrotas, com 25 gols marcados e 10 sofridos.

O Tiradentes também se classificou para a fase seguinte ao somar 9 pontos, a partir de 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas. Marcou 11 gols e sofreu 21.

A campanha corintiana naquele ano acabou na terceira fase quando ficou atrás de Flamengo e Goiás em seu grupo. Na frente apenas do Guarani.

Já o Tiradentes foi eliminado na segunda fase, quando somou apenas 1 ponto em 6 jogos disputados no seu grupo do qual faziam parte Palmeiras, Flamengo e Americano.

Eis a ficha técnica da maior goleada da história dos campeonatos brasileiros:

Corinthians 10 x 1 Tiradentes
Data: 9 de fevereiro de 1983
Local: Canindé
Árbitro: Aristóteles Ferreira Campos
Público: 17.821

Gols: Sabará de pênalti para oTiradentes aos 18’, Sócrates aos 24’ e 31’, Biro Biro aos 37’,  Sócrates aos 42’e Paulo Egídio aos 44’do primeiro tempo; Ataliba aos 4’, Vladimir aos 8’, Paulo Egídio aos 17’, Sócrates aos 33’ e Vidotti aos 42’do segundo tempo

Corinthians: Solito, Alfinete, Mauro, Daniel González, Vladimir, Paulinho Sócrates, Zenon, depois Eduardo Amorim, Biro Biro, Ataliba, depois Vidotti, e Paulo Egídio. Técnico: Mário Travaglini

Tiradentes: Neto, Valdinar, Baiano. Vagner, Zezé, depois Jeová, Zuega, Sabará, Hélio Rocha, depois Etevaldo, Luís Sérgio, Durval e Janiel. Técnico: Alberino de Paula

Nota-se que o Tiradentes marcou o primeiro gol, isto é, a vitória corintiana foi de virada, consequentemente o goleiro Neto do Tiradentes perdeu a posição de titular para Gilberto após a goleada.

Em tempo, ao longo de toda a história do Campeonato Brasileiro, Corinthians e Tiradentes já se enfrentaram 4 vezes, com duas vitórias para cada lado.

O zagueiro Daniel González também participou da segunda maior goleada da história dos Campeonatos Brasileiro, no ano seguinte, Vasco da Gama 9 x 0 Tuna Luso.

 

Confira as fichas técnicas de todos os jogos do Corinthians

por: José Renato Sátiro Santiago Junior/Equipe Pelejas

em 07/02/2011

Impossível  ao ver o gol de Rivaldo contra o Linense,  não associá-lo ao poema “Gol” de Ferreira Gullar.

A obra do jogador, agora são paulino, foi pura magia.

A obra do poeta, sempre vascaíno, é magia pura.

Confiram as duas obras de arte e tirem as suas próprias conclusões.


Gol de Ferreira Gullar

GOL de Ferreira Gullar

A esfera desce

do espaço

veloz

ele a apara

no peito

e a pára

no ar

depois

com o joelho

a dispõe a meia altura

onde

iluminada

a esfera

espera

o chute que

num relâmpago

a dispara

na direção

do nosso

coração.

 

GOL de Rivaldo

(Crédito da caricatura: Fraga)

por: Equipe Pelejas

em 04/02/2011

Não é pra menos que a nação corintiana esteja revoltada, mais uma vez o Corinthians se despede da Copa Libertadores da América.

Com Ronaldo e o forte elenco do Corinthians um gol da equipe adversária foi o bastante para o sonho de 2011 desmoronar.


Curiosamente, contra o Desportes Tolima, foi a segunda vez que o Corinthians decidiu seu futuro na Libertadores jogando fora de casa.

Pois vejamos:

Em 1977, não passou da Primeira Fase, portanto não houve uma partida decisiva.

Em 1991, pelas Oitavas de Finais, o empate por 1 a 1 com o Boca Juniors, no Morumbi, eliminou a equipe.

Na edição de 1996, nas Oitavas de Finais, decidiu a vaga em casa frente o Espoli. Já nas Quartas de Finais, venceu o Grêmio, em Porto Alegre, por 1 a 0, mas como tinha perdido o jogo de ida por 3 a 0, caiu fora.

Na Libertadores da 1999, pelas Oitavas de Finais, venceu o Jorge Wilstermann, por 5 a 2 jogando em São Paulo. Pelas Quartas de Finais, caiu frente o Pameiras, em jogos realizados no Morumbi.

Em 2000, pelas Oitavas venceu o Rosário Central por 3 a 2, e levou a vaga nos pênaltis por 4 a 3 jogando em casa. Nas Quartas de Finais, eliminou o Atlético Mineiro na partida realizada sob seus domínios por 2 a 1. Por fim, nas Semifinais, foi eliminado pelo Palmeiras, em partidas realizadas no Morumbi, campo neutro.

Na edição de 2003, perdeu para o River Plate no Pacaembu, por 2 a 1, na partida de volta.

Em 2006, novamente foi eliminado pelo River Plate no Pacaembu, por 3 a 1, na partida de volta.

Por fim, no ano passado, caiu no Pacaembu, após vencer o Flamengo por 2 a 1 e ser eliminado pelo critério de gol marcado fora de casa.

por: Equipe PELEJAS

em 24/12/2010

 

por: Equipe PELEJAS.com

em 24/11/2010

 

O mundo do futebol parou naquela noite de 19 de novembro de 1969.  Vasco e Santos disputavam uma partida pelo antigo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão.

 

O placar apontava1x1. Pelé é lançado por Clodoaldo e, com a marcação de dois jogadores vascaínos, vai ao chão dentro da área. O árbitro marca o pênalti. Duvidoso.

 

Repórteres do mundo inteiro estavam ali para registrar mais esse possível feito do Rei. Até a torcida do Vasco comemorou a marcação. O estádio inteiro gritava: “Pelé, Pelé, Pelé”.

 

A história do futebol teria mais um capítulo contado no estádio do Maracanã.

 

Não deu outra. “Ele”, como se referia Walter Abrahão, narrador esportivo, a Pelé, cobrou a penalidade firme e rasteiro no canto esquerdo do goleiro Andrada, que quase estraga a festa defendendo o indefensável.

 

Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, atingia mais um recorde dentro da sua fantástica carreira: 1000 gols marcados.

 

Um gol comentado no mundo inteiro, talvez até mais do que a própria descida do homem à Lua em 21 de julho daquele mesmo ano. O futebol sorria mais uma vez.

 

E você, o que teria a falar sobre os 1000 gols do Pelé?

 

(Imagem: Blog Odir Cunha)

 

 

 

 

 

por: Ailton Moraes

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