Blog PELEJAS
em 03/09/2013

Apesar de o mundo todo estar acostumado a ver o Brasil jogando de amarelo ou azul, a seleção começou sua história utilizando branco, no primeiro jogo de um time organizado como seleção que foi disputado em 1914 contra a equipe inglesa Exerter City.

Na primeira competição oficial, o Campeonato Sul-Americano de 1916, na Argentina, o Brasil entrou em campo com um uniforme verde e amarelo em listras verticais, esse uniforme só foi usado mais uma vez na disputa da Taça Roberto Cherry em 1919.

Na segunda edição do Campeonato Sul-Americano em 1917 – primeira competição que a seleção era controlada pela extinta CBD (Confederação Brasileira de Desportos) – o Brasil voltou a usar branco e nos jogos contra Chile e Uruguai o Brasil jogou de vermelho, pois perdeu o sorteio e teria que usar outro uniforme, já que essas equipes já utilizavam uniformes brancos.

Entre os anos de 1917 e 1918 havia dois selecionados representando o Brasil, um controlado pela CBD e outro que era organizado por alguns donos de clubes, por isso nesses anos houve dois tipos de uniforme diferentes. Em uma excursão pela Argentina e Uruguai entre os anos 1917 e 1918, o selecionado brasileiro utilizou um uniforme branco com uma listra verde e amarela no peito (como as faixas do uniforme do São Paulo FC).

Com o time unificado a seleção não mudou a cor do uniforme até a copa de 1938. Em um jogo contra a Polônia o Brasil utilizou pela primeira vez a cor azul, inclusive esse uniforme era todo azul, camisa e calção (as meias só ficaram obrigatórias após a Copa de 1950).

Na Copa do Mundo no Brasil em 1950, a seleção utilizou o branco pela última vez, após a derrota para os uruguaios no Maracanã, a seleção por superstição aposentou o branco.

A cor adotada em seguida foi o azul, que durou até a copa de 1954, ou seja, ele foi utilizado em amistosos e no Campeonato Sul-Americano de 1953. Para a copa na Suíça a CBD fez um concurso para que a população escolhesse a cor da próximo uniforme brasileiro. O vencedor foi o gaúcho Aldyr Garcia que sugeriu o uniforme que ficou conhecido como canarinho, camisa amarela com o calção azul e meias brancas.

A amarelinha foi utilizada até a final da copa de 1958, jogo contra os donos da casa Suécia, que também utiliza a cor amarela, foi realizado um sorteio onde os suecos ganharam, portanto o Brasil teria que utilizar o segundo uniforme, o levado para aquela copa foi o branco, porém a memória do Maracanazzo ainda vivia na cabeça dos jogadores, então foi comprado um conjunto de camisas azuis e bordado os números e escudos à véspera do jogo. Pode ou não ser questão de sorte, mas o primeiro título aconteceu de azul (a mudança da cor veio com uma sugestão do Zagallo que na época ainda era jogador).

O Brasil jogou outros jogos de azul, porém não mudou mais a cor do uniforme, o número um é amarelo e o dois ficou com azul, e calções azuis e brancos. Atualmente todas as partes de uniformes precisam ser diferentes, por isso vemos a seleção jogar com o calção branco quando utiliza camiseta amarelo.

A partir desse momento a camisa da seleção não mudou mais, e foi cinco vezes campeão do mundo, e Zagallo esteve presente em todas as conquistas, seja como jogador, como técnico ou como membro da delegação. Já superamos a cor branca, agora todos nós esperamos que a seleção supere a aposentadoria do Velho Lobo.

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por: http://www.futfanatics.com.br/

em 26/08/2013

O primeiro jogo da história do Palestra Itália contra o Savóia de Votorantim, vitória dos estreantes por 2 x 0. O fato que cria discussões até hoje é a cor do uniforme desse jogo, pois muito dizem que o Palestra jogou de azul, porém segundo o site oficial do Palmeiras já utilizava a cor verde, branco e vermelho (cores da bandeira da Itália). Esse jogo aconteceu em 1915.

Um ano depois do primeiro jogo o Palestra Itália estreia no campeonato paulista, para isso adotou um novo uniforme ainda verde, porém os detalhes vermelhos foram tirados e a camisa ganhou golas brancas e uma faixa branca no centro da camisa. O escudo que era somente as letras “P” e “I”, utilizado no ano anterior, deu lugar a cruz de Savóia (símbolo da família real italiana).

Em 1917 ouve nova mudança no escudo, a cruz de Savóia deu lugar às letras “P” e “I” que voltaram modificadas. Elas eram bordadas em verde, dentro de um triângulo da mesma cor.

Somente em 1918 a camisa do palmeiras passou a ser toda verde com o escudo bordado em branco e o triângulo virou um circulo, as golas e punhos também eram brancos. E ficou dessa forma até 1942, quando o Brasil entrou na segunda guerra, e o clube teve que mudar de nome, foi batizado como Palmeiras. As cores ainda ficaram a mesma e o escudo era apenas “P”.

 

O escudo se transformou no que conhecemos em 1959. Desde então o clube não fez grandes alterações, apenas algumas homenagens a títulos antigos, e em 1993 o clube estreitou um uniforme em verde claro, com listra brancas verticais finas.

por: http://www.futfanatics.com.br/

em 21/07/2013

A Supercopa Sul-Americana foi criada com a ideia de reunir os então campeões do Mundial Interclubes. Estes eram o Peñarol (Uruguai), Santos (Brasil) e Racing (Argentina). Com uma boa repercussão, a Conmebol entrou em contato com a UEFA, que também realizou seu torneio, contando com a participação de Real Madrid e Inter de Milão (os europeus que até então haviam se coroado campeões mundiais). Mas, com a desistência da equipe merengue, coube à Internazionale representar a Europa nesse desafio intercontinental.

 Mas a zona sul-americana teria que ter um torneio para definir seu representante. Torneio que começou em novembro de 1968, e teve duração até maio de 1969. A primeira partida foi entre Peñarol e Racing, em que a equipe uruguaia venceu por 3 a 0. Na semana seguinte, foi a vez da estreia do Santos, que bateu o Racing por 2 a 0, gols de Pelé e Edú.

 No Maracanã, o time da Vila Belmiro teve pela frente o Peñarol. Até aquele momento, as duas equipes eram as melhores da América, e duelos emocionantes já haviam entrado para a história. Para aquele jogo, o Peñarol entrou em campo com alguns dos grandes jogadores que a América do Sul tinha na época: Mazurkiewicz, Pablo Forlán, Figueroa, Caetano, Nestor Goncalves, Pedro Rocha, Abbadie, Alberto Spencer e Juan Joya. O Santos (que tinha Carlos Alberto, Ramos Delgado, Rildo, Lima, Clodoaldo, Edu, Toninho Guerreiro e Pelé) venceu por 1 a 0, gol de Clodoaldo.

Já no ano seguinte, em abril de 1969, o Santos visitou o Racing em Avellaneda e venceu por 3 a 2. O Racing também tinha uma ótima defesa, com o goleiro Cejas (que depois jogou no Santos) e os zagueiros Perfumo e Alfio Basile.

Três dias depois, o Santos foi à Montevidéu, e tomou uma surra do Peñarol, perdendo por 3 a 0, dois gols de Pedro Rocha. O Santos não jogaria mais e a última partida do campeonato seria entre Racing e Peñarol, que ainda estava vivo na competição. Restava ao time da Vila torcer para os argentinos ao menos empatarem com os uruguaios, que o Santos sagraria-se campeão. E foi o que aconteceu. No dia 22 de maio, Racing e Pañarol empataram em 1 a 1 na Argentina. O Peñarol chegou a sete pontos. O Santos tinha nove. O Alvinegro Praiano conquistou a zona sul-americana. Mas teria que enfrentar a Inter de Milão na final intercontinental.

 O grande jogo foi realizado no dia 24 de junho de 1969, em Milão. A equipe da casa era a base da seleção italiana. Foi uma prévia do que aconteceria um ano mais tarde, na Cidade do México.

 A Internazionale não pôde contar com o grande zagueiro italiano Giacinto Facchetti e o espanhol Luis Suárez. O sistema de jogo da Inter era o conhecido catenaccio (marcação rígida e contragolpe fatal), enquanto o Santos priorizava o bom toque de bola e fomentava o individualismo de seus craques.

 O Santos foi a campo com Cláudio (Laércio); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Pelé, Edú, Toninho e Abel.

 O primeiro tempo no Estádio Giuseppe Meazza, foi mais para as equipes se estudarem. Mas no segundo tempo, o Peixe, dirigido pelo treinador Antoninho, mostrou agressividade e chegou ao gol - o único da partida - aos 12 minutos. O goleiro Bordon não conseguiu segurar o petardo disparado por Pelé em cobrança de falta, no qual Toninho Guerreiro pegou o rebote para definir pro fundo da rede.

O time italiano se lançou ao ataque, o que deu oportunidade para o Santos ter espaços e chances de gol, salvadas por Bordon. A Inter ainda mandou uma bola no travessão no finalzinho do jogo, mas a grandiosa atuação de Pelé e dos atacantes Edú, Toninho e Abel proporcionou ao Santos a glória intercontinental.

A Supercopa Sul-Americana ainda teve mais uma edição, em 1969, na qual também entrou na disputa o Estudiantes de La Plata, campeão mundial em 1968. Desta vez, quem ficou com o título foi o Peñarol. Título que veio no dia 30 de dezembro de 1969, na vitória sobre o Estudiantes, na Argentina.

Na Europa, as equipes de Real Madrid, Internazionale e o Milan - campeão mundial em 1969 - participariam da eliminatória, que nunca ocorreu. Portanto, não houve uma final intercontinental. O desinteresse das equipes europeias foi o principal motivo da competição acabar. Em 1970, teria uma terceira edição da Supercopa Sul-Americana, mas essa nem começou. Era o fim de um torneio que tinha sim uma repercussão na imprensa e nos torcedores, mas que acabou no esquecimento.

Taça da Supercopa Sul-Americana de 1968,

no museu das conquistas do Santos FC (arquivo pessoal)

por: Eduardo Vasco (Equipe PELEJAS.com)

em 05/07/2013

Confira os palpites da nossa equipe para as próximas PELEJAS pelo Brasil:

Flamengo  x Coritiba   --------- empate

Náutico x Ponte Preta   --------  Ponte Preta

Atlético-PR  x Grêmio   --------  Grêmio

Portuguesa  x Cruzeiro  -------  Cruzeiro

São Paulo x Santos    ---------  São Paulo

Bahia  x Corinthians   --------   Bahia

Internacional  x Vasco -------  Internacional

Goiás  x  Vitória  -------  empate

Botafogo  x  Fluminense   ------- Botafogo

Atlético-MG  x  Criciúma   -------  empate

Palmeiras x  Oeste   ---------   Palmeiras

 

por: Equipe PELEJAS.com

em 02/07/2013

Essa sacanagem por parte da FIFA aconteceu nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1934, na Itália. Pelo grupo da CONCACAF (confederação das Américas do Norte, Central e Caribe), apenas quatro seleções disputaram as eliminatórias para decidir o único classificado para o mundial.

 

As quatro seleções eram Cuba, Haiti, México e Estados Unidos. Na primeira fase, jogaram Cuba x Haiti e jogariam também México x Estados Unidos, mas os estadunidenses desistiram da disputa. Abaixo, os resultados da Primeira Fase:

 

28/01/1934 - Porto Príncipe: Haiti 1 x 3 Cuba

01/02/1934 - Porto Príncipe: Haiti 1 x 1 Cuba

04/02/1934 - Porto Príncipe: Haiti 0 x 6 Cuba

* Cuba se classificou para a segunda fase

 

Segunda Fase:

04/03/1934 - Cidade do México: México 3 x 2 Cuba

11/03/1934 - Cidade do México: México 5 x 0 Cuba

18/03/1934 - Cidade do México: México 4 x 1 Cuba

 

Mas o que é impressionante é que o México se classificou para a Copa do Mundo, com todo merecimento, mas, antes disso, teve que disputar um jogo Pré-Mundial, contra os Estados Unidos. Isso mesmo, os Estados Unidos, que haviam desistido de disputar as eliminatórias em 1933, mas em 1934 voltaram atrás. A FIFA, para contentá-los, agendou a partida, valendo uma vaga no mundial, a três dias do início do torneio.

 

Jogo Pré-Copa:

24/05/1934 - Roma: Estados Unidos 4 x 2 México

 

Os Estados Unidos, que eram para ter disputado a primeira fase das eliminatórias contra o México, e depois, se tivessem vencido, disputariam a segunda fase, para aí sim, ir à Copa do Mundo quem sabe, desistiram de disputar as eliminatórias, mas voltaram atrás e entraram logo na "final". E ainda por cima venceram o México, que já havia se classificado para a Copa e viajado para a Itália. Os mexicanos perderam a partida e tiveram que voltar para casa.

 

Seleção dos Estados Unidos - Copa do Mundo de 1934

Os Estados Unidos perderam logo na estreia da Copa do Mundo para a Itália, por 7 a 1, e também voltaram para casa. Mas isso mostra como a FIFA pode ajudar alguns "bem-afortunados". E os mexicanos devem ter raiva da FIFA e dos EUA até hoje (não apenas em assuntos futebolísticos, diga-se de passagem).

por: Eduardo Vasco (Equipe PELEJAS.com)

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