Blog PELEJAS
em 10/04/2011

 

Roberto Carlos da Silva nasceu no dia 10 de abril de 1973, em uma fazenda de café, em Garça, interior de São Paulo. Seu primeiro presente foi uma bola de futebol e desde então seu nome nunca mais foi o mesmo, principalmente por sua principal característica, o chute forte. Seu primeiro time foi o União São João de Araras, na posição de lateral-esquerdo, e desse mesmo time foi convocado para Seleção Brasileira Sub-20 com apenas 16 anos.

Aos 18 anos foi contratado pelo Palmeiras, onde conquista títulos importantes como os campeonatos Paulista e Brasileiro (1993 e 1994) e duas Bolas de Prata da Revista Placar. Seu nome ficou conhecido e chamou atenção para a Europa. Foi então que em 1995 foi transferido para a Inter de Milão, sendo eleito o melhor lateral-esquerdo do Campeonato Italiano. Logo, o poderoso Real Madrid da Espanha levou Roberto Carlos para brilhar por 11 anos, conquistando grandes títulos: Campeonatos Espanhóis de 1997, 2001, 2003 e 2007 e UEFA Champions League de 1998, 2000 e 2002. No ano de 2007 ele deixa a Espanha para jogar pelo time turco Fenerbahçe, onde foi comandado por Zico.

 

Em 2002 junto a Seleção Brasileira conquistou a Copa do Mundo, e ao longo da carreira na Seleção atuou em 125 jogos e marcou 11 gols, em 14 anos com a camisa amarelinha,  transformando-se no jogador com o maior número de vitórias pela seleção. Roberto Carlos foi escolhido pela FIFA em 1997 o segundo melhor jogador do mundo. Em março de 2004, foi apontado por Pelé como um dos 100 maiores jogadores vivos, na lista denominada FIFA 100.

Roberto Carlos voltou em grande estilo para o Brasil, em 2010, para atuar no Corinthians. Não era o seu time do coração, o Santos, mas foi recebido por mais de 6 mil torcedores do Timão. Atualmente joga no Anzhi Makhachkala, da Rússia.

 

Números e estatísticas de Roberto Carlos

União São João de Araras

Gols: 10

Partidas: 33

Palmeiras

Gols: 17

Partidas: 183

Internazionale de Milão

Gols: 7

Partidas: 34

Real Madrid

Gols: 71

Partidas: 584

Fenerbahçe

Gols: 10

Partidas: 81

Corinthians

Gols: 5

Partidas: 64

Seleção Brasileira

Títulos

Torneio Pré-Olímpico-1996

Bronze nos jogos olímpicos - 1996

Copa América - 1997 e 1999

Copa das Confederações - 1997

Copa do Mundo - 2002

 Números

Partidas: 125

Gols: 11


Veja o gol olímpico de Roberto Carlos pelo Corinthians:

por: Equipe PELEJAS

em 06/04/2011

 

mengo

Podemos dizer que futebol e Pelé são sinônimos eternizados. O rei da bola que conquistou milhares de seguidores por suas jogadas geniais, foi o primeiro jogador a se tornar uma publicidade viva e com a capacidade de realizar 100 partidas por ano. Suas jogadas eram armadas sob o comando de inteligência com movimento.  Pelé não jogou em muitos clubes, mas fez muito nos que esteve.

Mesmo só jogando como jogador profissional no Santos, de 1956 a 1974, e no Cosmos, dos Estados Unidos, de 1975 a 1977, onde encerrou a sua carreira de trajetória brilhante, Pelé também entrou na história do Flamengo. Ao lado de Zico, ídolo da imensa nação rubro-negra, formou uma dupla genial.

Aos 38 anos, no dia 6 de abril de 1979, Pelé vestiu a camisa 10 que era do companheiro Zico, que passou a vestir a 9 e não desapontou  a torcida fazendo 3 gols num jogo histórico para a maior torcida do Brasil. A peleja foi contra o Atlético Mineiro, no Maracanã, o Flamengo venceu por 5 x 1, no jogo que marcou a vida de quem estava presente. Sem gols, mas com jogadas e tabelas magníficas, Pelé transformou o sonho em realidade para milhares de flamenguistas nos 45 minutos em que vestiu o manto sagrado do Flamengo.

A renda do jogo foi destinada às vítimas das enchentes que havia ocorrido em Minas Gerais.


Ficha técnica da partida:

Placar do jogo: Flamengo 5 x 1 Atlético MG

Local: Estádio do Maracanã - Rio de Janeiro

Data: 6 de abril de 1979

Público: 139 953 pagantes

Flamengo:
Cantarelli, Toninho, Rondinelli (Nélson), Manguito, Júnior, Andrade, Carpeggiani (Ramírez), Zico (Cláudio Adão), Tita, Pelé (Luizinho),  Júlio César (Reinaldo).  Técnico: Cláudio Coutinho

Atlético MG:
João Leite, Alves, Osmar, Luizinho, Hilton Brunis, Toninho Cerezo, Marcelo (Carlinhos), Paulo Isidoro, Serginho (Pedrinho), Dario, Ziza (Vilmar). Técnico: Procópio Cardoso

Gols:
Marcelo (Atlético MG), Zico (3), Luizinho e Cláudio Adão.

 

Vídeo da partida:

por: Equipe Pelejas/Ap1 !

em 03/04/2011

Hoje é aniversário de  Ademir da Guia, maior ídolo da história do Palmeiras, onde foi titular absoluto por quase dezessete anos. É considerado um dos melhores jogadores do futebol brasileiro de todos os tempos. Pela classe com que jogava herdou o apelido de seu pai, Domingos da Guia, um dos maiores zagueiros do futebol mundial em todos os tempos, e passou a ser chamado de "Divino".

Nasceu no Rio de Janeiro, em 3 de abril de 1942.

 

Alto e esguio, Ademir chegou a jogar como centroavante no início da carreira, mas sempre preferiu o meio-de-campo. Chegou em São Paulo em 1961 contratado junto ao Bangu-RJ, clube que o revelou para o futebol.


 

 

No seu DNA de craque, além da influência do seu pai famoso, encontramos a do seu tio, Ladislau da Guia, o maior artilheiro da história do Bangu, com 215 gols.

Formou o famoso meio-de-campo Dudu & Ademir, base das duas Academias do Palmeiras nas décadas de 1960 e 1970.

 Dudu e Ademir


 

A Academia da década de 1970: Eurico, Leão, Dudu, Luís Pereira, Alfredo, Zeca, Edu, Leivinha, César, ADEMIR DA GUIA e Nei.

 

Ademir é tido como um dos craques mais injustiçados da história do futebol brasileiro, pois durante toda a sua brilhante e longa carreira, foi convocado apenas 14 vezes para a Seleção, e disputou apenas uma partida de  Copa do Mundo, em 1974, quando o Brasil já estava desclassificado, na disputa pelo 3º lugar contra a Polônia. Sobre isso o ex-jogador Sócrates declarou: “Ele foi o maior dos injustiçados.”

Parabéns Divino Ademir da Guia. Feliz aniversário.

Obrigado. Quem agradece é o futebol.

 

Algumas frase sobre Ademir da Guia:

“Nome, sobrenome e futebol de craque.” (Armando Nogueira)

"A gente brincava de 'bobinho' nos treinos e tentava fazer o Ademir ir para o meio. Todo mundo tocava para ele com efeito, mas não tinha jeito. Do jeito que a bola viesse ele dominava. Eu não me lembro de uma única vez em que o Ademir tenha ido para o meio da roda."  (Leivinha, ex-jogador, jogou com Ademir no Palmeiras)

"O preço que vocês pagaram, não é o que vale só uma das pernas dele!" (Freitas Solich, técnico do Flamengo, em 1961, dirigindo-se a um dos diretores do Palmeiras, que acabara de comprar Ademir da Guia do Bangu)

 

"Sem Ademir da Guia o Palmeiras é menos Palmeiras." (Rubens Minelli, técnico)

Divino pela própria natureza.” (Raul Prates)

Divino!” (Djalma Santos)

 

A arte e Ademir da Guia:

- Poema “Ademir da Guia” de João Cabral de Melo Neto, Publicado no livro Museu deTudo (1975).que sintetiza o futebol do Divino:

Ademir impõe com seu jogo
O ritmo do chumbo (e o peso)
Da lesma, da câmara lenta,
Do homem dentro do pesadelo
Ritmo líquido se infiltrando
No adversário, grosso, de dentro,
Impondo-lhe o que ele deseja,
Mandando nele,
Apodrecendo-o
Ritmo morno, de andar na areia,
De água doente de alagados,
Entorpecendo e então atando
O mais irrequieto adversário

 

- Filho do Divino

(Música composta por Arnaud Rodrigues e gravada por Moacyr Franco)

Ouça em Real Player:   

 

Obrigado Domingos
Pois que deste ao mundo
Um filho Divino
Dez de ouro de lei
Do quilate mais fino
E assim quis o destino
Que as passadas do pai
O filho fosse o seguidor
Na passada sublime
Seus cabelos de fogo
São fios de vime
Ele é filho do mestre
Do monstro de um time
Que o mundo define
Os verdes campos mundiais
Entre urros e gritos
Humilde rei
E seu nome entre os mitos
Eu cantarei
Força nos pulmões
Vibrem corações
Torçam com os passes
Deste Mágico Divino
Igual ao pai
Porque hoje é domingo
Ele faz o que fez
Em mil outros domingos
Ele pisa na grama
E ela fica sorrindo
E um gol explodindo
Obrigado Domingos
Por nos dar um novo guia.

 

- Livro biográfico “Divino: a vida e a arte de Ademir da Guia” de Kleber Mazziero de Souza, lançado em 2001.

- “Um craque chamado Divino”, filme-documentário lançado em 2006, escrito por Penna Filho e Cláudio Schuster e dirigido por Penna Filho.

- Em 1º. de setembro de 1986 Ademir ganha um busto no estádio Palestra Itália, homenageando o maior camisa 10 da história do clube.


 


 

Números:

Jogos realizados pelo Palmeiras: 900 (recordista)
Vitórias: 511
Empates: 231
Derrotas: 158

153 gols marcados pelo Palmeiras (3º. maior artilheiro da história alviverde)

12 partidas pela seleção

 

Títulos conquistados pelo Divino:

* Campeonato Paulista: 1963, 1966, 1972, 1974 e 1976.
* Torneio Rio-São Paulo: 1965.
* Torneio IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro: 1965.
* Taça Brasil: 1967.
* Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1967 e 1969.
* Troféu Ramón de Carranza (Espanha): 1969, 1974 e 1975.
* Torneio Laudo Natel: 1972.
* Torneio Mar del Plata (Argentina): 1972.
* Campeonato Brasileiro: 1972 e 1973.

 

Veja alguns gols de Ademir da Guia:


por: Ailton Moraes

em 02/04/2011

O Guarani Futebol Clube, time que tem como apelido "Bugre", comemora hoje, 2 de abril de 2011, o seu Centenário. Em 100 anos de história o Guarani traz na memória do futebol grandes vitórias. Foi fundado na Praça Carlos Gomes, da cidade de Campinas, praça essa que homenageia o autor da consagrada ópera “O Guarani”.

Seu primeiro estádio, “Estádio do Guarany” inaugurado em 1923, deu lugar, em 31 de maio de 1953, ao "Brinco de Ouro da Princesa”, um dos maiores estádios do Brasil, nome dado por um jornalista  presente à apresentação de sua maquete, comparando seu formato a um brinco e associou ao apelido da cidade de Campinas (Princesa D'Oeste). O estádio acomodou públicos superiores a 50.000 pessoas em várias decisões esportivas.

O Guarani possui dois vice-campeonatos brasileiros, em 1986 e 1987, classificando-se em três oportunidades para a disputa da Taça Libertadores da América, principal competição sul-americana de futebol. Foi o primeiro clube do interior paulista a ser Campeão Estadual Amador, em 1944. Os primeiros títulos da era profissional foram os de campeão da 2ª divisão paulista de 1949 e dos Torneios-Início dos Campeonatos Paulistas de 1953, 1954 e 1956. A Taça dos Invictos da Gazeta Esportiva, em 1970, e a Taça Almirante Heleno Nunes (referente à conquista do primeiro turno do Campeonato Paulista), em 1976, são outros marcos da história do clube.

Na América do Sul, além de disputar a Libertadores da América em três ocasiões (1979, 1987 e 1988) o Bugre também participou da extinta Taça Conmebol em 1995.

Grandes nomes do futebol também fizeram parte da história do Guarani, entre eles Zuza, Zenon, Amaral, Renato, Zé Carlos, Careca, Evair, Neto, Ricardo Rocha, João Paulo, Júlio Cesar, Djalminha, Edílson e Luizão. Esses nomes estarão para sempre na memória do torcedor bugrino e de todos os torcedores que apreciam o futebol bem jogado.

Até hoje o Guarani é o único clube do interior a ter conquistado o título da primeira divisão do campeonato brasileiro. Isso aconteceu em 1978 em peleja contra o Palmeiras. O treinador do Guarani era Carlos Alberto Silva.

Saiba quantas vezes o Guarani enfrentou o Palmeiras, o Corinthians ou o São Paulo, pesquisando aqui no PELEJAS.

 

                                        Guarani: Campeão Brasileiro de 1978


Em pé: Zé Carlos, Gomes, Edson, Mauro, Neneca e Miranda. Agachados: Capitão, Renato, Careca, Zenon e Bozó.

 

Reveja lances do jogo decisivo do Brasileirão de 1978:

 

por: Equipe PELEJAS

em 28/03/2011

100

Capitão do São Paulo Futebol Clube, Rogério Ceni é sinônimo de vencedor. O jogador sãopaulino não é só mais um goleiro em meio a tantos outros no Brasil e no mundo. Ele é diferenciado e reverenciado no mundo da bola. O primeiro gol de Rogério Ceni foi contra o União São João, em 1997 e hoje, aos 38 anos, completa 100 gols e faz sua marca na história do futebol e do clube paulista. No clássico conhecido como'' O Majestoso'', Rogério quebrou o tabu do rival Corinthians em vitória tricolor por 2x1, e se tornou um mito do futebol. Arena Barueri, dia 27 de março de 2011, essa é a data que vai ficar na história. Em uma peleja entre São Paulo x Corinthians, o dia era inspirador para o goleiro tricolor. Nada se compara ao centésimo gol de um goleiro, que vive numa faixa do gramado diferenciada. Rogério agora não é só conhecido por suas belas defesas, e sim por sua maestria em cobrar faltas, e melhor, fazer os gols. O número 1 alcançou a marca que muito atacante não tem. Ele festejou pela centésima vez a bola nas redes adversárias , transformando-se em um carrasco para os rivais.

Fábio, do Cruzeiro, é o goleiro que mais sofreu gols de Ceni: 6 gols
Rogério Ceni perdeu 13 pênaltis  na carreira
O Palmeiras é o time que mais levou gols de Rogério: 7 gols

Jogos pelo  São Paulo                  964
Jogos pela Seleção Brasileira    17
Gols de pênalti                               44
Gols de falta                                   56

Campeonato Brasileiro - 47 (26 faltas e 21 pênaltis)
Campeonato Paulista - 31 (16 pênaltis e 15 faltas)
Copa Libertadores - 11 (6 faltas e 5 pênaltis)
Torneio Rio-São Paulo - 3 (3 faltas)
Copa do Brasil - 2 (2 faltas)
Copa Mercosul - 1 (1 falta)
Copa dos Campeões - 1 (1 falta)
Mundial de Clubes - 1 (1 pênalti)
Copa Sul-Americana - 1 (1 pênalti)


Gols por temporada
     1997 - 3 (3 faltas)
     1998 - 2 (2 faltas)
     1999 - 5 (3 faltas e 2 pênaltis)
     2000 - 7 (6 faltas e 1 pênalti)
     2001 - 2 (2 faltas)
     2002 - 5 (5 faltas)
     2003 - 2 (2 faltas)
     2004 - 5 (4 faltas e 1 pênalti)
     2005 - 21 (11 faltas e 10 pênaltis)
     2006 - 16 (10 pênaltis e 6 faltas)
     2007 - 10 (8 pênaltis e 2 faltas)
     2008 - 5 (4 pênaltis e 1 falta)
     2009 - 2 (2 faltas)
     2010 - 8 (6 pênaltis e 2 faltas)
     2011 - 5 (3 faltas e 2 pênaltis)

Reveja o centésimo gol de Rogério Ceni

Saiba quantas vezes Rogério Ceni enfrentou o Corinthians em jogos válidos pelo Campeonato Paulista, pesquisando no PELEJAS: http://bit.ly/fyve3x

por: Equipe Pelejas\ AP1 comunicação

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